quarta-feira, 29 de junho de 2016

TREND ALERT: A INVASÃO DAS "CHOCKERS"!

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Já tem um tempo que as celebs e bloggers mais queridas e antenadas têm circulado por aí vestindo gargantilhas rentes ao pescoço, no melhor estilo "coleirinha" ou CHOKER, livremente traduzido como ""sufocador"!

A moda voltou à tona 2 Coachellas atrás quando personalidades hypadas como Kylie e Kendall Jenner deram o ar da graça circulando pelo festival usando aquela gargantilha de plástico preto trançada, sabe aquela que eu e você tivemos durante a pré-adolescência no final dos anos 90 e que anos mais tarde foi motivo de vergonha e "pecado fashion" ao olharmos fotos antigas? Pois bem, é essa mesmo my friend.


A moda volta mesmo para nos assombrar. E essa é do tipo "Ame ou Odeie".


Mas se você, assim como eu, está tendo uma certa resistência para aceitar o fato de que essa gargantilha está de volta entre nós, a boa notícia é que a febre pelas chockers pegou de tal jeito que existem hoje no mercado os mais variados modelos e versões da polêmica gargantilha.

Tem de renda, de couro, de veludo, de tecido de algodão, de metal, dourada, prata, grossa, fina, preta, colorida, com pedraria, com pingente, sem pingente, enfim, para todos os gostos. Vale usar a gargantilha como peça única ou acrescentar outros colares e fazer um mix de comprimentos e estilos. Tá valendo até pegar qualquer pedaço de cetim sobrando em casa e fazer um lacinho ao redor do pescoço. Eu confesso que já me rendi às chockers mais delicadas, em dourado e com pedrinhas, acho que fica feminino e cool. 

Para você que ainda não está convencida ou mesmo para você que já ama a moda repaginada da gargantilha, criei um mural de inspirações para aos poucos irmos nos acostumando, pois acho que o próximo verão promete surra de chockers, hein! 


MURAL DE INSPIRAÇÃO










E o que você achou do retorno da gargantilha? Vai aderir, já aderiu ou sem chance?

segunda-feira, 20 de junho de 2016

DICA DE FILME: TERCEIRA PESSOA

Imagine um filme estrelado por um time Hollywoodiano de peso: Liam Neeson, Olivia Wilde, Mila Kunis, James Franco, Kim Basinger, Maria Bello e Adrien Brody. Só de ver os nomes dos atores na tela eu já fiquei bem tentada a assistir esse filme. 

E como se isso não fosse o suficiente, o filme tem como plano de fundo cidades que são verdadeiros cartões-postais: Paris, Roma e Nova York. 




Terceira Pessoa é um longa que narra 3 histórias distintas mas que em determinado momento se conectam umas as outras. 

A principal história é vivida por Michael (Liam Neeson) que interpreta um escritor veterano renomado que está se separando de sua mulher (Kim Basinger) e vive um romance com Anna (Olivia Wilde), uma aspirante à escritora. Preciso confessar que apesar de amar os filmes de ação de Liam, foi muito bom vê-lo interpretando um papel no qual não está o tempo todo correndo e matando pessoas. Quanto à Olivia Wilde, bom, essa mulher passou mais de 10 vezes na fila da beleza e a interpretação dela no filme está incrível, na minha opinião, o papel que mais chama a atenção.

A segunda história é vivida por Scott (Adrien Brody), um empresário americano e a italiana Monica (Moran Atias) que tem um histórico duvidoso e quer desesperadamente reencontrar sua filha. 

E por fim, a terceira história envolve Julia (Mila Kunis) que perde a guarda de seu filho após um acidente e tem sua vida virada do avesso. O ex-marido de Julia, Rick (James Franco) entra com uma disputa judicial para proibir Julia de ver e tocar em seu filho. 

O longa é um drama daqueles que se piscar, perde uma peça do quebra-cabeças. O roteiro é confuso e faz com que o telespectador fique colado na tela o tempo todo tentando ligar os pontinhos. A história tem um início tímido e aos poucos vai se desenvolvendo até que atinge o clímax nos últimos 15 minutos e te deixa de olhos arregalados, perplexo e chocado com as revelações. A sensação quando o filme acaba é de que você deixou passar alguma coisa e eu gosto disso, de filmes que mexem com nossa cabeça e deixam nossa imaginação trabalhar. É aquele tipo de filme que precisamos assistir duas ou três vezes para o enredo fazer sentido.

Sem dar spoiler, mas o próprio nome do filme já é uma dica sobre o desenvolvimento da trama. E as interpretações do significado podem variar. 

A melhor música da trilha sonora é Moby - The Only Thing. Deixo aqui o clipe para dar um gostinho do filme:


"Watch me" 

Espero que gostem. Beijos com carinho ;)

domingo, 19 de junho de 2016

3 DIAS EM ROMA, ITÁLIA

Roma é a capital da Itália, a maior cidade do país com mais de 2,5 milhões de habitantes e riquíssima historicamente. O centro histórico da cidade é classificado pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Berço do Coliseu, Fórum Romano, Pantheon, Fontana di Trevi, Vaticano, Basílica San Pietro etc. 

Chegamos à Roma de carro vindo de Bologna. Contei um pouco mais sobre nossa experiência de chegada na cidade nesse post AQUI. Não é recomendado aluguel de carro para circular na cidade: 1) Roma possui bom sistema de transporte público, 2) o centro histórico, que é onde a maior parte dos turistas cirula, é dominado por ZTL (Zona de Tráfego Limitado) o que dificulta muito dirigir na cidade e 3) o trânsito em Roma é para doidos hahaha sério, não aconselho dirigir por lá, completamente caótico.

Roma, aka Città Eterna, foi o destino final de nossa roadtrip - que iniciou seguindo caminho para Cortina D'Ampezzo. Chegando em Roma a primeira providência foi retornar o carro.

DIA 1 (OU NOITE 1)

Apesar de termos chego em Roma no início da tarde, eu só considero que iniciamos nosso roteiro de fato na cidade depois que voltamos para o hotel após devolver o carro. Já estava escuro quando tomamos um banho e saímos para jantar. Para a primeira noite a programação era bem light, apenas passear pelos cantinhos da Cidade Eterna. Local escolhido: Bairro Trastevere. Bairro tipicamente boêmio, várias opções de restaurantes e bares. Perfeito para sair passeando sem muito destino, apenas curtindo o belo caminho que contorna o Rio Tevere e escolher um dos muitos restaurantes disponíveis para comer uma boa massa ou pizza.


Rio Tibre ou Rio Tevere

DIA 2

Acordamos cedo pois tínhamos muita coisa planejada para conhecer.

Coliseu. Nossa 1a parada não poderia ser diferente. Fomos andando do nosso hotel, pois era muito perto. No Coliseu optamos por comprar o ingresso que dá acesso ao Coliseu e ao Fórum Romano. O Coliseu é um patrimônio histórico e é incrível poder ver e tocar em algo sobre o qual aprendemos e estudamos tanto na escola. Apesar de sabermos que o que acontecia lá dentro não tinha nada de bonito, ainda assim é incrível estar dentro do Coliseu de Roma.
*Obs.: Mordi a língua e comprei o audio guide no Coliseu e me arrependi amargamente. Não achei que valeu a pena. Fiquei toda perdida. Lá pelas tantas resolvi desligar o áudio e curtir o momento apenas observando.

O Fórum Romano é logo ao lado, acessado facilmente a pé. 



O passeio pelo Fórum Romano é "auto guiado", ou seja, você que se vire. Andamos por lá muito tempo mesmo, coisa para mais de 2 horas. Os 2 passeios combinados: Coliseu e Fórum Romano levam, tranquilamente, uma manhã ou uma tarde inteira. 


Depois do Coliseu, tiramos o dia para bater perna; não há forma melhor para descobrir a cidade. Chegamos à Piazza Venezia, onde está construído o Monumento a Vitorio Emmanuelle II



Dali, a intenção era ir à Fontana di Trevi. Digo "intenção" pois nós nos perdemos. E que coisa maravilhosa foi se perder em Roma. Andamos tanto e acabamos entrando em uma área onde tinham várias limusines, muita gente vestida em roupa social, muitos seguranças, não estávamos entendendo nada mas continuamos andando. O que acabamos desconfiando foi que entramos numa região onde está localizado o gabinete do Presidente, assistimos à troca de guarda e tudo, foi incrível!

Agora, não me pergunte onde foi isso, pois eu não saberia chegar lá de novo nem que me pagassem hahaha. Realmente estávamos perdidos. Quando a fome já estava insuportável resolvemos perguntar para um senhor onde poderíamos pegar o caminho até a tal Fontana di Trevi. E aí sim, após uns 30 minutos de caminhada, estávamos indo pelo caminho certo. 

Fontana di Trevi. O monumento mais esperado por mim! Meu sonho ver a Fontana di Trevi e não imaginava que era tão grande. Sério, a fonte é gigante. Mas, para minha decepção profunda, a Fontana di Trevi estava completamente fechada para reforma, sem água, sem luz, sem moeda, sem nada. Muito desanimador, tamanha minha chateação que não tenho nenhuma foto dela. A minha vontade era chorar.

Resolvemos então seguir até o Pantheon. Entramos lá e sentamos um pouco para curtir a energia do templo.


Dentro do Pantheon

Quando saímos do templo paramos para tomar um sorvete por ali mesmo e resolvemos pegar o metrô para voltar ao hotel. Estávamos "moídos". Nosso jantar acabou sendo em um restaurante bem próximo ao nosso hotel, tivemos que dar uma trégua às nossas pernas pois o dia seguinte seria cheio novamente. 

DIA 3

Nosso terceiro dia reservamos inteiramente à visita ao Vaticano. Tem um post completo sobre o passeio AQUI.

DIA 4

É chegada a hora de dizer tchau. Acordamos bem cedo pois nosso trem à Florença partiria ainda pela manhã. Demos uma última voltinha e #partiu Estação Termini.



Apesar do primeiro contato com a cidade não ter sido tão bom quanto o esperado, acabamos aproveitando e curtindo muito Roma. Com certeza um dia voltarei para ver a Fontana di Trevi em todo seu esplendor. 

Beijos com carinho ;)

sábado, 18 de junho de 2016

ROMA: NOSSA PRIMEIRA IMPRESSÃO

Vamos voltar a falar de Itália? Diz que sim, por favor. Se tem um país que superou todas as expectativas e que eu fiquei simplesmente apaixonada por cada cantinho, esse país é com certeza a Itália. As pessoas, a gastronomia, as paisagens, a infraestrutura, a beleza de tudo, êta país maravilhoso!

Mas vamos falar mais especificamente de Roma, a capital da Itália.


Exterior do Coliseu todo em reforma

Nosso sonho sempre foi fazer a Itália de carro, no estilo roadtrip, para aproveitar ao máximo cada cantinho e cada cidadezinha pitoresca fora dos trajetos de linha de trem. Durante o planejamento da viagem levamos sempre isso em consideração, acontece que a Itália possui muitas ZTL (Zona de Tráfego Limitado) nas cidades, principalmente em áreas históricas ou mais antigas, e lugares como Roma ou Florença é simplesmente inviável se locomover de carro. Então fizemos o seguinte: nossa roadtrip começou quando saímos de Veneza - por motivos óbvios né?! Em Veneza não se anda de carro - e terminou em Roma. E como nossa última parada seria ainda Florença, o trajeto Roma x Florença foi feito de trem. 

Chegamos à Roma de carro, vindo de Bologna. E foi um susto! Gente, que trânsito louco e desorganizado, completamente diferente de tudo que havíamos visto até então nas estradas italianas. Logo na entrada da cidade já quase batemos o carro. Ruas cruzando trilho de bondinho sem qualquer tipo de sinalização, ninguém respeita faixa contínua, cruzamentos que são verdadeiros "Deus nos acuda", uma bagunça completa! Começamos a reparar que em Roma todos, absolutamente TODOS, os carros são batidos ou têm algum tipo de arranhão hahaha. Virou tipo um desafio meu e do Nando tentar encontrar um carro sem nenhum tipo de estrago - não encontramos. 

A primeira providência era localizar nosso hotel para deixar as malas e nada de encontrar o dito cujo. Colocamos o endereço no waze e fomos. Quando o waze indicou que havíamos chego, só vimos uma enorme casa murada e com portões e não víamos placa alguma indicando o hotel. Rodamos, rodamos e nada. Começou a bater aquele desespero. Até que, depois de entrar em outro hotel por engano e pedir muitas informações nas ruas, descobrimos que o nosso hotel era sim aquela enorme casa murada sem placa - aff! Tocamos o interfone, o portão abriu e descobrimos que por trás do muro o hotel era bem bacana. Sabe aquele sentimento de alívio?! Poisé. Ufa!

Feito check-in, era hora de devolver o carro. Lá fomos nós novamente encarar aquele trânsito doido. O endereço que constava no site para devolução do carro era na Estação Termini. Chegando lá, nada de encontrar o balcão para devolução do carro. Novamente após rodar e rodar, pedir informação aqui e acolá, descobrimos que a devolução de carros era na verdade em uma garagem ~ em frente ~ ao Termini. Arghhh nessa altura do campeonato já estávamos semi irritados com tudo. A garagem não era sinalizada, tivemos que adivinhar qual portão entrar. Depois de quase 1 hora, pronto, carro devolvido. 

Na volta para o hotel resolvemos ir andando para já fazer um reconhecimento de área. Não sei o que aconteceu, mas o Google Maps nos mandou para umas quebradas estranhas, um bairro sujo e fedido, um pessoal meio mal-encarado. Péssima, péssima impressão. De repente começou a chover e pegamos o maior temporal no meio do caminho. Quén quén quén. E cadê as estações de metrô?! Não conseguíamos identificar uma sequer, tivemos que ir andando na chuva e só pensávamos em encontrar um restaurante ou café legal para entrar e nos esquentarmos. Acontece que naquela rua onde estávamos só tinha restaurante chinês! Nós não queremos comer comida chinesa enquanto estamos na Itália. Fomos andando e ficando cada vez mais chateados com Roma, até que encontramos um restaurante bem meia boca em frente ao Coliseu e entramos para tomar um chocolate quente enquanto esperávamos a chuva acalmar. 

Totalmente desanimados e com a chuva cessando, terminamos o trajeto até o hotel, que por sinal estava muito bem localizado, apenas 15min de caminhada do Coliseu.

Após esse breve relato, imaginem nossa primeira impressão da cidade? Foi a pior possível! Estávamos detestando Roma logo nas primeiras horas. Foi bem frustrante, para ser sincera...

No próximo post conto para vocês qual foi nosso roteiro nos 3 dias que passamos na cidade. Acompanhem ;)

Beijos com carinho.